Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Vida às fatias

Gostava de escrever um texto inspirador que servisse de meta a este blog... mas não há! É consumir depressa antes que acabe!

Vida às fatias

Seg | 20.05.19

Aaaaaallllwaaaayyyyssssss

Fatia Mor

Gosto de trabalhar a ouvir música; e se, normalmente, a escolha recai em ter a rádio ligada, por vezes opto por colocar uma playlist qualquer no youtube. Dado que tenho um pezinho no saudosismo no tempo em que me dava ao luxo de ouvir música por desporto, foge-me a mão para os anos 90. Permite-me ter momentos de Uau, há anos que não ouvia isto ou até reflectir quanto daquelas letras fizeram sentido naquele tempo e que agora não passam de vacuidades adolescentes.

Hoje, calhou-me na rifa Always, dos Bon Jovi. Faço já aqui um disclaimer: não era fã de Bon Jovi. Não me perguntem porquê, mas nunca me arrancou suspiros como faziam o Curt Kobain ou qualquer um dos Take That (perdoem-me o antagonismo, por favor). A bom rigor, nunca fui fã-à-séria, com excepção talvez dos No Doubt (que nunca vieram atuar a Portugal e que com algum rancor assisti à passagem pelo Herman Show Sic em 2000). Enfim. Retomando aos Bon Jovi... Dei por mim, a ver o vídeo que no fundo retrata uma relação disfuncional entre um rapaz e uma rapariga e um terceiro elemento. Diria que a actriz é bem conhecida hoje em dia, apesar de não saber precisar quem é. 

Neste momento de paragem cerebral, apercebo-me que a glória dos rapazes de cabelo comprido, cara lavada e desnudados no tronco, com calças de ganga é algo que já não se vê. Na altura, era o ex-libris e recordo com um sorriso nos lábios os inúmeros amigos que tive que tentaram, em vão, deixar crescer o cabelo para entrar nesta onda cool

Sei que possivelmente vão dizer que ainda há muitos espécimes desses. Sim, verdade, mas parece-me que estes eram mais naturais, mais despreocupados com o look. Effortless.  O próprio Bon Jovi com aquele ar de dei-aqui-umas-tesouradas-e-acordei-assim, que sabemos não ser verdade, mostrava um ar muito menos "arranjado" do que temos hoje em dia.

E pronto, agora que já expus este meu devaneio, deixo-vos o convite para ouvirem Always - típica melodia do quanto mais me desprezas, mais gosto de ti! E pronto, talvez isto me fizesse tooooodo o sentido nos anos 90!

 

3 comentários

Comentar post