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Vida às fatias

Gostava de escrever um texto inspirador que servisse de meta a este blog... mas não há! É consumir depressa antes que acabe!

27
Out17

ME-DO!

Fatia Mor

O dia das fotografias na escola é ansiado por uns e temido por outros. Eu faço parte do grupo dos que temem a fotografia de escola, em parte por muitas fotos mal sucedidas ao longo do meu crescimento. 

Até agora, os fotógrafos que tenho encontrado com as Fatias são bons. E digo, até agora, porque este ano mudámos a Fatia#1 de agrupamento escolar e, como tal, o serviço é feito por outro fotógrafo. 

 

Ora bem, como é que posso descrever a coisa... Hummm... Não tenho bem palavras... Deixem cá ver... 

 

A fotografia individual ficou meio de lado, com uma parte do ombro da cachopa cortado, ela a morder o lábio inferior e um pouco suave na focagem.

Mas a pièce de résistance é mesmo a fotografia de grupo.

 

Para ser franca, nem eu consigo perceber o que aconteceu. Terá sido a luz? Terá sido algum tratamento que deu à fotografia? Não sei! Mas sei que os miúdos parecem tirados de um filme de terror, vindos dos confins dos infernos, com os olhos quase todos pretos. Sim, sim, disse bem, pretos. Para quem não sabe a que me refiro, deixo-vos aqui um exemplo:

 

 

Além disso, não tem gracinha nenhuma, com uns a fazer caretas, outros a fazer fretes, claramente.

Para o ano, seguramente, há mais. Espero que seja melhor. Ou pelo menos, menos temático. É que está perfeita para  Halloween!!!

24
Out17

Fatia#1 e a sua natural aptidão para frases de partir o coco a rir...

Fatia Mor

Oh pai, tu sabias que nós temos um cu?

 

Vá lá que esta foi com o pai. Não posso ser eu a sofrer os embates todos e a não me poder rir feita perdida!

Acho que o homem se aguentou à bronca. 

E aparentemente cu é o que fica no meio do rabo, sabiam?

 

 

23
Out17

Se não morremos do mal...

Fatia Mor

Andamos numa sucessão de viroses/infecções que parece não ter fim! 

Primeiro, foi uma tímida gastroenterite  da Fatia#1; depois ficou a tosse, a expectoração, que se estendeu também à Fatia#2. Pelo meio, o Fatia#3 fez três dias de febre sem motivo aparente, seguido de exantema. 

Depois, piorou ou voltou a gastroenterite da Fatia#1, a tosse retornou e apanhou-os a todos. E a mim também! 

Resultado? Fatia#3 com uma laringite. Eu com uma amigdalite e sinusite, sem contar com a que total afonia que tive desde sexta até ontem. Ventilan e celestone para um. Antibióticos para outro. 

Agora, por causa do antibiótico ando toda torcida do estômago. 

 

Realmente... Se não se morre do mal, morre-se da cura! 

03
Out17

Tenho uma filha reactiva

Fatia Mor

A Fatia#1 é um doce de miúda mas tem um feitio dos diabos. Desafia, contesta, argumenta. Tudo bons atributos desde que os mesmos não sejam aplicados em pequenas tarefas do dia-a-dia, com particular incidência na manhã e na hora de ir para a cama. 

Consegue, com facilidade, tirar-nos dos eixos do exercício de uma parentalidade positiva (ou que raio seja isso, coisa que ficará para um próximo post). 

A incontestável verdade é que ela é que a criança e nós é que somos os adultos, mas dou por mim (demasiadas vezes) a perder essa bitola, coisa que (ainda) não acontece com os outros dois elementos.

Poderia argumentar que é a primeira filha e, por isso, nela se concentram todas as nossas experiências, tentativas e erros, que depois aplicamos com outra segurança nos outros dois! Também é isso, mas certamente não só.

Após dias, noites e mais dias, a pensar no porquê, decidi mudar radicalmente a abordagem. 

Troquei o castigo de time-out, pela meditação. No fundo, é a mesma coisa, mas oriento-lhe a respiração, abraçamo-nos e deixamo-nos ficar em contenção até lhe passar a frustração de estar a ser desviada do seu interesse.

Faço um esforço geral e consciente, cada vez maior, para controlar o tom de voz.

Tento elogiá-la em todos os momentos. Sempre que alcança algo de positivo, reforço-lhe o comportamento. E também lhe mostro a necessidade de entender que posso ficar desiludida quando não cumpre o que ela própria estipulou (nas regras da casa).

E estamos a melhorar. Eu e ela. Ainda tenho momentos em que não me apetece despender todo este esforço ou que nem o consigo fazer, mas reconheço que tenho uma filha reactiva. 

Ela reage, mais do que age, em função do nosso estado de espírito e não é colaborativa quando sente tensão no ar. 

Talvez esteja a moldar uma lutadora, capaz de batalhar no meio da adversidade. Sei que vou olhar para trás, daqui a uns tempos, e sentir que foi fácil... Mas para já, tem dias bem difíceis.

 

26
Set17

E lá vamos nós outra vez

Fatia Mor

A vicissitude de ter três filhos que comemoram o seu aniversário em meses consecutivos é levar o tempo a fazer doces e a comê-los!

Falta-nos a última festa de aniversário do ano. A da Fatia#2, que quer uma festa de temática do Mickey.

Preparem-se para orelhas pretas, toalhas vermelhas às bolinhas brancas e cakepops em forma de Mickey.

 

Ora atentem aqui:

 

 

A vossa amiga vai fazer isto! 

O que é que uma mãe não faz por amor... 

Por isso, comecem a rezar, façam novenas e peçam por mim... que isto não vai ser fácil!

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Créditos

Imagens produzidas e fornecidas por Flaticon (http://www.flaticon.com/).